História de Caldas do Jorro


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JORRO – O Paraíso das Águas Termais da Bahia. Conheça!

Um oásis no meio do sertão baiano. Esta seria uma definição bastante apropriada para a bela, versátil e aconchegante Caldas do Jorro, onde, em meio as árvores baixas e retorcidas da caatinga brotam do solo deliciosas e inusitadas águas termais.

A cidade é bastante pitoresca e tem entre seus pontos fortes, uma excelente infra-estrutura hoteleira com estabelecimentos para todos os tipos de gostos e bolsos. Aproveitando a forte indústria de couro da região, o Jorro transformou-se num grande pólo de confecção e distribuição de artigos deste material. Nas quartas, sextas e domingos, dezenas de barracas são montadas para o comércio destes produtos, que incluem chapéus, calçados, roupas, tapetes e artigos para montaria.

No entanto, os atributos que garantiram fãs e fama ao local, mesclam sua culinária ímpar e principalmente suas águas extasiantes. O inverno fornece as melhores condições para este passeio, já que com a significativa queda de temperatura na estação, os banhos, tomados em “bicas” na praça principal da cidade, tornam-se ainda mais prazerosos.

Nas primeiras horas da manhã, antes da refeição no hotel, a grande dica é iniciar o dia com um banho quente estimulante, e logo depois, saborear o delicioso e tradicional mingau caseiro, servido na própria praça. Ainda mais clássico, o bode assado já virou até uma atração turística do lugar. Servido com uma simples “farofinha” de água, e acompanhado de uma vinagrete bem temperada, o tira-gosto de bode será uma das mais saborosas recordações desta viagem.

O POÇO

Com uma profundidade de 1.860 metros, o poço do jorro foi escavado em 19 de abril de 1948 pelo Conselho Nacional de Petróleo, em busca de petróleo, mas o resultado foi o inesperado, veio a jorrar água numa pressão quase implacável em uma altura de trinta metros em nível do solo, a uma temperatura que poderia ultrapassar os 48º graus.

Conforme análise química, foi constatado o poder medicinal dessa água na cura de doenças alérgicas, dermatoses reumáticas, anorexia, doenças gastrointestinais, dispepsias, gastrites, colite, prisão de ventre, doenças de fígado e de rins, manifestações úricas, acne-furunculosa e eczemas.

COMPOSIÇÃO QUÍMICA: Em G. 1L
Sílica (em S12) 0,0120
Alumínio (em AL) 0,0002
Cálcio (em CA) 0,0056
Magnésio (em MG) 0,0015
Potássio (em K) 0,0042
Sódio (em NA) 0,0928
Amônio (em NH4) 0,0002
Cloretos (em CL) 0,0187
Carbonatos (em CO3) 0,0169
Bicarbonatos (em HO3) 0,1885
Sulfatos (em SO4) 0,0175
Gás Sulfídrico (M 25) 0,00001
Gás Carbônico (CO2) Ausência

COMPOSIÇÃO FÍSICO-QUÍMICA
Temperatura da água 48º C
Temperatura ambiente 28º C
Ph 8,3
Condutividade de 25º hms 1xCM-1 / 4,3x10-4
Radioatividade na água surgente 0,24 Unidades Mache
Vasão litros 24 horas 3.170.600
Potável sob o ponto de vista químico. Segundo o Código de Águas Minerais, trata-se de uma Água Mineral Natural - Alcalina Bicabornada Hiper Termal.

INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS
Doenças Alérgicas, Dermatoses Reumáticas, Gastro Intestinais, Dispepsias, Gastrites, Colites, Prisão de Ventre, Doenças de Fígado e dos Rins, Manifestações Úricas, Acne-Furunculose e Equisemas Parasitosas da Pele.

QUALIDADES DAS ÁGUAS DO JORRO
O médico e cientista Zenalson Medina, catedrático na área que leciona no Rio de Janeiro, estuda há mais de 20 anos os poderes curativos das águas do Jorro, e registrou curas fantásticas de doenças de pele. As águas termais são radioativas, bicarbonatadas, litinadas, caleicas, ferruginosas, magnesianas e alcalino-ferrosas.
Beber a água do Jorrão, na praça Ana Oliveira, bem próxima do Hotel, é programa obrigatório. O local está sempre cheio de visitantes e moradores da Estância, proporcionando uma convivência amistosa e divertida.
As águas do Jorro são, na realidade, de excelente qualidade, com sabor pouco acentuado e gosto alcalino, apresentando cor levemente verde e azul, em grande quantidade, e torna-se incolor em pequeno volume. Ao usá-la para banhos, de imediato, o calor assusta, mas paulatinamente o corpo vai acostumando-se à temperatura de 48º C, e aí torna-se deliciosa e relaxante. Com finalidade terapêutica ele deve ser tomada no momento da surgência, (quatro copos por dia), na mesma temperatura, em horários pré-determinados: antes do café da manhã (jejum), às 11h, às 17h e antes de dormir.

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    Igreja Matriz


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Praça Ana Oliveira